Dica 1: ROMPENDO O CICLO • PÁGINA - 1
Existem várias razões para seu equipamento ficar parado – preparação da peças
a serem bordadas, preparação de um novo programa, quebra de linha
e agulha e etc...
Cada uma destas razões é igualmente frustrante para o operador que está tentando
manter o ritmo de trabalho sendo que em especial, a quebra de linha é a mais irritante...
Quebra de linha é algo que os bordadores se deparam todos os dias. O bordador pode
até se acostumar, mas se for considerado o quanto a quebra de linha representa
em termos de perda monetária, chegaremos logo a conclusão que devemos buscar
insistentemente as causas da quebra.
EXEMPLO:
Numa máquina de 12 cabeçotes, o rompimento da linha pode levar 30 segundos para
ser solucionado, (inspeção pelo operador, recolocar a linha, recuperar eventual falha
e reativar a máquina), portanto considerando uma velocidade média de 650 pontos
por minuto, cada parada representa 325 pontos não produzidos por cada
um dos 12 cabeçotes. Se seu preço de venda para cada 1000 pontos for de R$ 0,15,
sua empresa deixa de faturar R$ 0,585 a cada quebra de linha, (325 x 12 x 0,15).
Considerando 10 quebras de linha por hora, (o que diversas vezes é superado em muito),
já chegamos ao valor de R$ 5,85, logo num dia de 16 horas de trabalho, (dois turnos),
temos R$ 93,60. Em escala anual podemos chegar a perdas de R$ 24.710,40 apenas
em função das quebras de linha.
Conhecer as causas mais comuns de quebra de linha permitirá que você
diminua estas enormes perdas na eficiência de seu equipamento de bordar
e por conseqüência de sua empresa.
Anote: a boa manutenção de seu equipamento produzirá um trabalho
mais eficiente com melhor qualidade de produção.
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